• LaboratĂłrio Mattoso

ProteinĂșria

📍ProteinĂșria Ă© definida como a presença de proteĂ­na na urina. Ou seja, qualquer quantidade observada no exame quĂ­mico deve ser caracterizada como proteinĂșria.

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📍As proteĂ­nas sĂ©ricas circulantes (peso molecular > que a albumina) nĂŁo sĂŁo filtradas pelos capilares glomerulares devido ao tamanho e carga. ProteĂ­nas de baixo peso molecular sĂŁo filtradas, porĂ©m devem ser reabsorvidas pelo tĂșbulo contorcido proximal.

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✍A proteinĂșria Ă© classificada em trĂȘs categorias: prĂ©-renal, renal e pĂłs-renal.

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✏PrĂ©-renal: causada por proteĂ­nas de baixo peso molecular que sobrecarregam a capacidade reabsortiva do tĂșbulo proximal. Exemplos: hemoglobina, mioglobina e proteĂ­na de Bence Jones.

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✏Renal: inclui todas as formas de proteinĂșria fisiolĂłgica e patolĂłgica.

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A proteinĂșria renal fisiolĂłgica Ă© caracterizada por proteinĂșria leve e transitĂłria e pode ser causada por calor, estresse, convulsĂ”es, congestĂŁo venosa, febre e exercĂ­cios extremos.

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Na proteinĂșria renal patolĂłgica, o defeito estĂĄ na barreira da filtração glomerular, na reabsorção tubular ou no dano intersticial. Ela Ă© a causa de proteinĂșria mais persistente e, no caso das alteraçÔes glomerulares, causa dos nĂ­veis mais altos de proteĂ­na na urina (normalmente > 3+).

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✏PĂłs-renal: Ă© a proteĂ­na depositada na urina proveniente do trato urinĂĄrio distal ao rim. Exemplos: infecçÔes do trato urinĂĄrio, inflamação e hemorragia, alĂ©m de infecçÔes genitais ou inflamação (vaginite, prostatite), estas Ășltimas se enquadram na categoria de proteinĂșria pĂłs-renal extraurinĂĄria e pode ser minimizada atravĂ©s da cistocentese.

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